terça-feira, 14 de agosto de 2012

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Dica CTM: Filme "A Era do Gelo"

O filme "A Era do Gelo" é ótimo pois ensina o valor da amizade e da lealdade. Recomendamos que os miletinhos e as miletinhas assistam, não só o primeiro, quanto a "A Era do Gelo 2", "A Era do Gelo 3" e "A Era do Gelo 4".





sexta-feira, 27 de julho de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Disciplina dentro de casa


Disciplina Dentro de Casa
"Educação não é a simples transferência do conteúdo de um livro, para o cérebro."
Autor: Jon Talber[1]



A experiência do aprender não pode resultar de teorias, fazer isso é coisa inútil. Como atividade para momentos ociosos serve, mas não pode ser chamada de pedagogia. 
Não desenvolvemos nosso tato, ou audição, ou paladar, o que na verdade ocorre, é a simples adaptação dos mesmos às condições ambientais. O resto é interpretação, é dar nomes ao que estamos fazendo, ao que estamos sentindo. Não se amplia o tato, ou audição, ou paladar, através do conhecimento adquirido, apenas nos especializamos em interpretar aquilo com o qual temos contato.

Seria de grande utilidade que aprendêssemos sobre nós mesmos, antes de nos propormos a ensinar nossos filhos e alunos. Não deveríamos ensinar aquilo que não somos, mas podemos fazê-los repetir aquilo que também já repetimos. Isso não é educar, trata-se apenas de fazê-los, à força de alguma sugestão, adaptarem-se ao que também já nos adaptamos antes deles. Repassamos instruções, assim também como nos repassaram um dia. Instruções não educam, mas ajudam a tornar o indivíduo, um excelente profissional, um exímio imitador de gestos, expressões e palavras alheias.
Poderíamos começar do básico, com nossos medos. O que são os nossos medos e por que, a despeito de toda força da tradição, da cultura milenar, da nossa especialização que atinge o mais elevado nível intelectual, ainda não somos capazes de lidar adequadamente com ele? Por que ele persiste em nos atormentar vida afora apesar de todo poderio intelectual conquistado pelo homem até esse momento? Criam-se especialistas na psique humana, especialistas em angústias, em tristezas, mas a despeito de tanto empenho, por que tais perturbações continuam a fazer parte dos nossos mais importantes problemas?

Não começamos agora, somos o resultado de milênios de cultura e tradição; do poder das autoridades doutrinárias, dos reformadores "bem intencionados", das centenas de homens de "boa vontade" que já povoaram as muitas civilizações de todos os tempos, e nossos problemas, ao contrário de nós, não são coisa nova. Somos recentes sobre a terra, nossos problemas não o são. Perduram a milhares de homens e tradições; de mudanças e guerras sociais, e a despeito do progresso material alcançado, psicologicamente parece que não progredimos um passo sequer.

Ainda somos tão medrosos quanto nossos mais primitivos ancestrais, e nossos estados emocionais, nunca compreendidos, portanto nunca resolvidos, continuam a ser nosso principal embaraço existencial. Por que insistem as instituições chamadas de educacionais, em manter os seus modelos que já sabem tratar-se de uma metodologia estúpida, e sem pretensão nenhuma de construir um homem sensato? São capazes de instruir alunos a se tornarem repetidores voluntários, que agindo como se fossem máquinas, vivem no seu dia a dia como autômatos, seguindo ordens, obedecendo à comandos, sem a menor sensibilidade; repletos de todos os medos e angústias que já experimentaram todos os outros homens.

Não poderia ser diferente a angústia desse homem, uma vez que como imitadores perfeitos que são, que simplesmente se adaptam às situações do dia a dia, ou se deixam levar como pesos mortos, sem opor resistência alguma, ao sabor da correnteza, continuam a repetir até a forma dos sofrimentos dos ancestrais.

Se o objetivo da vida de cada homem, "educado" segundo estes critérios for à manutenção do caos humano, da angústia e sofrimento que se arrasta civilização após civilização; da manutenção dos seus medos e violência, das guerras cujo objetivo é tão somente defender a supremacia de opiniões estúpidas e sem valor, então as escolas atuais são perfeitas para ele. Se ao contrário, qualquer uma dessas coisas o incomoda, não o são, uma vez que não cuidam de ajudar a resolver esse problema.

Observando a ordem interna de nossas casas, logo podemos perceber, que o bom senso que buscamos fora dela, deve-se ao fato de não o praticarmos internamente. Na maioria das vezes, os melhores amigos de nossos filhos e filhas, não são seus pais, mas amigos de fora. Isso é quase uma regra geral, que faz parte da tradição e cultura, que é mesmo incentivado pelas escolas e pelos próprios pais, e alguns poucos que se aventuram em contrariar tal prática, logo são considerados estranhos, de fora de moda, ou caretas.

A criança, mais que um adulto, necessita de cuidados especiais, de uma atenção maior por parte dos educadores e pais. Estão elas sendo "formatadas" para se tornarem adultos, e a depender dessa formatação, construirão um mundo de desarmonia ou harmonia. Mas como podemos construir nosso filho ou aluno, à imagem do bom senso, se as influências de todas as partes, a nosso ver, teimam em fazer o contrário? Será que o exemplo não começa dentro de casa? Afinal de contas, esse é o ponto de origem de qualquer criança. É seu ponto de partida e de chegada ao final do dia, ou do período que se mantém afastado dos pais.

Os problemas do mundo já existiam antes de nós existirmos. Não existem novos problemas, apenas novos indivíduos experimentando as mesmas coisas.

Supondo que caminhemos sobre uma linha reta, sobre a qual podemos andar para trás ou para frente; e qualquer que seja o sentido ou a direção que venhamos a tomar, será sempre, para trás ou para frente. É uma linha inflexível, e esta representa o que nesse momento somos como indivíduo; nossa inteira formação psicológica, nosso modo de avaliar coisas e pessoas, nosso arquivo pessoal de informações com as quais julgamos qualquer situação do nosso viver. Essa linha inflexível representa o tempo, o tempo necessário para a assimilação das idéias do mundo, e construção de nossa personalidade. Não são idéias novas, pois nem o mundo é novo, nem suas tradições são novas. Mas como seres recém chegados ao mundo, logo nos tornaremos tão velhos quanto suas idéias e tradições, pois são elas que formatarão nossas personalidades, e sentimentos, e medos, e angústias.

Podemos constatar tudo isso de uma forma muito singular. Perguntemo-nos se há em nós algum sentimento emocional único, nunca experimentado e rotulado antes por mais ninguém; e mais ainda, se há alguma idéia absolutamente nova em nossos pensamentos, uma vez que qualquer idéia se baseia em tudo que existe, e que já assimilamos do próprio mundo. A resposta será não, pois o mesmo conhecimento que formou minha psique é também do mundo, e está disponível para todos. É claro que cada cultura contribui com uma parte, e na parte de nossa cultura, nos encaixamos. E todas as culturas juntas, como fragmentos, formam o conhecimento do mundo, a mente, ou psique possível desse mundo.

Isso inclui o conhecimento material e o emocional; os problemas criados e as soluções sempre parciais que se apresentam. Somos o resultado de tudo isso, e sensato seria questionarmos por que as soluções são sempre parciais, e por que ainda há o problema do medo, dos conflitos, do sofrimento.

Passados tantos séculos de tentativas; de planos para colocar o homem em ordem, de repressão violenta com a mesma intenção; de reformas sociais e religiosas, sem um resultado definitivo, resta-nos questionar se o pensamento do homem, todo o seu conhecimento, é capaz de promover essa tal transformação.

Podemos continuar a esperar pela escola, pelas reformas sociais ou políticas; que o tempo resolva a questão, a despeito de passados milhares de anos e civilizações, ainda não o ter feito, ou podemos, ao contrário, começarmos uma reforma em casa, um ajuste interno que não dependa mais de tais influências ou opiniões, de quem quer que seja. É um passo gigantesco, uma vez que não nos guiaremos mais por ninguém, nenhuma tradição ou propaganda. Será um aprendizado novo, a partir de nós mesmos, da prática com nossa família e amigos, do contato intimo com nossos filhos e cônjuges. Aprenderemos enquanto vivenciamos, enquanto sentimos; enquanto sofremos com nossos problemas, ou enquanto nos empenhamos em resolvê-los, e dessa experiência, certamente que nascerá um novo homem. 





Fonte: http://sitededicas.ne10.uol.com.br/art_disciplina_em_casa.htm

segunda-feira, 16 de julho de 2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

Dica CTM: DVD Galinha Pintadinha

Como muitos pais já devem saber, o desenho animado "Galinha Pintadinha" se tornou uma febre entre a criançada. No site oficial (http://www.galinhapintadinha.com.br/) é possível comprar todos os seus produtos. Contudo, no Youtube também é possível achar vários vídeos com o desenho. Vale a pena mostrar para as crianças. É um entretenimento e tanto e elas adoram!


quarta-feira, 4 de julho de 2012

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Dica CTM: 10 brincadeiras para o(a) seu(a) filho(a)

As férias estão chegando e nada melhor do que ver as nossas crianças entretidas, se divertindo e aprendendo. Abaixo, 10 brincadeiras para as crianças, e que você também pode participar. Muitas são conhecidas, mas às vezes acabam sendo esquecidas. Confira:




1 - Carrinho de mão
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: 2
Enquanto a criança coloca as mãos no chão, com os braços estendidos, o adulto (ou outra criança) levanta suas pernas e empurra, como se fosse um carrinho de mão.

2 - Cinco Marias
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 1
Pegue cinco saquinhos de tecido e encha-os com areia ou arroz. Jogue as cinco marias no chão. Escolha uma, jogue para cima e pegue outra do chão, a tempo de pegar a primeira antes de cair. Na próxima rodada, jogue um saquinho para cima enquanto pega dois no chão e volta a recolher a primeira antes de cair. E assim sucessivamente.

3 - Telefone sem fio
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
As crianças devem ficar em círculo ou enfileiradas. A primeira cria uma mensagem e fala no ouvido da próxima. A mensagem vai passando adiante, cada um dizendo aquilo que entendeu. O último participante deve dizer, em voz alta, o que ouviu. Se estiver correto, o criador da mensagem vai para o fim.

4 - Mímica
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: a partir de 4
Divida as crianças em dois times. Um participante deve se dirigir ao grupo adversário, que irá falar alguma palavra. A criança tem três minutos para representar, apenas com gestos, e o time deve adivinhar. O time que acertar mais, ganha.

5 - Boliche
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 2
Faça os pinos com garrafas pet, cheias até a metade. Depois, com uma bola, o jogador deve tentar derrubá-las. Em cada rodada, o participante pode tentar duas vezes.   

6 - Morto-vivo
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes:a partir de 4
Coloque as crianças em uma fila. Uma delas (que precisa estar fora da fila) ou você mesmo, fica de frente. Quando disser “morto”, elas devem se abaixar. E quando for “vivo”, elas precisam estar de pé. O condutor deve ir alternando as palavras e a velocidade. Quem errar, está fora da brincadeira.

7 - Bolhas de sabão
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 1
Misture duas colheres de sopa de detergente em um copo de água. Mexa bem e com um canudinho assopre. Quanto mais devagar a criança assoprar, maior ficará o bolha.

8 - Amarelinha
Idade: de 7 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 1
Faça o desenho da amarelinha no chão e enumere os quadrados de 1 a 10. A criança joga uma pedra na primeira casa e, em um pé só, a pula e vai até a última. Na volta, pega a pedra do chão. Na próxima rodada, joga a pedra na casa 2 e vai até o fim em um pé só. E assim sucessivamente. Não pode colocar o segundo pé no chão, nem errar a casa.

9 - Estátua
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 3
Uma das crianças é escolhida como o chefe e as outras devem estar posicionadas de frente para ele. O chefe designa qual será a estátua. Pode ser de cachorro, passarinho, gato, cobra... Então, quem está no comando escolhe a estátua mais bonita, mais feia ou mais engraçada. Pode-se também colocar uma música para tocar e quando o chefe aperta o stop, todos param! O chefe vai a cada jogador e os provoca. Quem se mexer, perde!

10 - Balão fujão
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Trace uma linha de partida e uma de chegada. Cada jogador segura uma bexiga e um pedaço grande de papelão. Ao seu sinal, cada criança coloca sua bexiga no chão e a abana com o papelão, na direção da linha de chegada, e a traz de volta da mesma forma. O primeiro que terminar o percurso, ganha a corrida.





Fontes: http://depalavraempalavrainclusao.blogspot.com.br/2012/08/dicas-de-brincadeiras-em-grupo.html
criancas.hsw.uol.com.br; blogdaebi.blogspot.com; http://revistapaisefilhos.com.br

segunda-feira, 18 de junho de 2012

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Dica CTM: Site "iGuinho"

Encontramos um site bastante interessante com vários jogos educativos para os nossos miletinhos e miletinhas. Os jogos do Canal Inglês deste site são bastante interessantes. Vale a pena conferir!


iGuinho





terça-feira, 5 de junho de 2012

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Cuidados para Evitar a Obesidade Infantil

Confira essa matéria sobre a obesidade infantil:




Obesidade infantil: um risco à saúde do seu filho

O perigo está aumentando. Estima-se que 10% já estão acima do peso



O estilo de vida que muitas famílias têm e a cultura consumista contribuem bastante para este caso alarmante. O fato dos pais manterem os filhos dentro de casa com medo da violência, a permanência constante em frente à TV e as horas e horas jogando vídeo game fazem com que as crianças não gastem as calorias necessárias e, portanto, se tornam sedentárias. 

Alguns fatores são determinantes para a obesidade infantil, entre eles, o desmame precoce, a introdução de alimentos inadequados e relação familiar conturbada. As causas também podem ser psicogenéticas, como rejeição materna e falta de afeto, depressão e culpa, angústias, pais superprotetores, pais alcoólatras, crianças imaturas e com problemas orgânicos. O tratamento para a obesidade exige algumas regras a serem seguidas, tais como uma dieta balanceada, exercícios físicos e apoio individual e familiar. Para melhores resultados é fundamental a cooperação dos pais e da escola. Vemos muitos pais e avós que gostam que as crianças estejam gordinhas dizendo que é sinal de saúde mas é justamente aí que 

estão errados, obesidade nunca é sinal de saúde e requer alguns cuidados. Para a escola, além de repensar no cardápio da cantina, é necessário integrar a nutrição à sala de aula, incorporando conceitos de nutrição às crianças. Tendo informações e consciência, o preconceito dos próprios coleguinhas com os "gordinhos" se acaba naturalmente. 

Os comportamentos alimentares são facilmente condicionados na criança por quem a alimenta e educa. É preciso usar a criatividade na alimentação, estabelecer limites e oferecer o que é saudável. É necessário também ter paciência, criatividade e ser enérgico. Pais que não impõem limites, não são obedecidos pelos filhos.

Abaixo seguem algumas dicas para manter o peso: 
- Gestação controlada; 
- Mamar no peito; 
- Introdução de frutas, legumes e carnes magras; 
- Comer somente na mesa com todos da família;
- Quanto mais colorido o prato, melhor; 
- Fazer exercícios; 
- Evitar muito tempo em frente à TV, computador ou vídeo game; 
- Evitar refrigerantes e bolachas recheadas. 



Fonte: http://www.minhavida.com.br/familia/materias/1570-obesidade-infantil-um-risco-a-saude-do-seu-filho

sexta-feira, 11 de maio de 2012

quarta-feira, 2 de maio de 2012

É hora da higiene bucal

No Colégio Tales de Mileto, os miletinhos são estimulados a cuidar da higiene bucal. O hábito de escovar os dentes e cuidar da higiene bucal deve começar cedo!