quarta-feira, 10 de outubro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Troca entre pais e filhos
As férias podem unir pais e filhos e aproximá-los em seu convívio. "Algumas atividades fazem com que os pais conheçam mais de seus filhos e vice-versa, tornando o entendimento entre eles melhor no restante do tempo", explica Cristiane de Figueiredo Teixeira, treinadora desportiva e professora de Educação Física das redes particular e estadual de ensino de São Paulo.
Para que os laços sejam mesmo reforçados é necessário que os pais tenham real vontade de realizar essa aproximação - e vontade significa também dedicar tempo, esforço e criatividade. Mas o resultado vale a pena, pois não só todos se divertem, como a criança se sente motivada e amada. O segredo, aqui, é trocar. Sugestões:
1) Brincadeiras: Apresente ao seu filho uma brincadeira típica de sua infância. Em seguida, aprenda com ele uma brincadeira de que ele goste na atualidade
2) Filmes: Assista com seu filho a um filme que marcou a sua infância. Depois, veja em sua companhia um dos filmes favoritos dele
3) Cante para o seu filho uma música que tenha marcado a sua infância. Peça também para ele cantar uma música para você
4) Atividades: Proponha uma atividade edificante ao seu filho, como plantar uma árvore ou construir um brinquedo
5) Registro: Façam um desenho a quatro mãos retratando um dia de férias que passaram juntos
Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/ferias-com-os-pais-409160.shtml
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
A importância da família na socialização da criança
| http://galeria.colorir.com/familia/familia-unida-pintado-por-lorena-1005534.html |
O seguinte artigo, escrito por uma pesquisadora portuguesa, aborda a questão da socialização da criança com base nos impactos inferidos pela família nesse processo. Apesar de escrito no português de Portugal e com um grau mais acadêmico, vale a pena conferir:
"É com os membros da família que a criança inicia o seu processo de socialização e é igualmente nela que encontra os primeiros objectos de apego. Vários estudos defendem que o adulto desempenha, nesta fase, um papel fulcral nos afectos como fonte de estimulação. Schaffer e Emerson (1964) consideraram que as características mais significativas consistem nas respostas dadas pelo adulto aos sinais emitidos pela criança assim como à quantidade de interacção que acciona espontaneamente com ele. Há que ter em conta que desde tenra idade a criança compreende que a resposta imediata dos pais aos seus apelos significa que os seus actos podem exercer um efeito nas pessoas e no meio ambiente (Yarrow et alii, 1975). Importa salientar que as famílias têm características diferentes. Os pais de uma classe social baixa sofrem numerosas situações de stress (problemas económicos, excesso de trabalho, um número elevado de filhos, etc), o que lhes diminui, significativamente, não só o tempo disponível para interagirem com os filhos como a sua própria disponibilidade mental.
Hoffman (1961) constatou que a interacção afectiva existente entre pai/filho está directamente relacionada com a aceitação da criança por parte dos companheiros e da aceitação dos companheiros relativamente à criança. Y. Winder e Rau (1962) salientam que os pais e as mães das crianças que são bem aceites pelos colegas raras vezes recorrem ao castigo físico para repreenderem os seus filhos. Referem, igualmente, que as mães destas crianças recorrem muito pouco à negação de privilégios como forma de castigo, enquanto os pais fazem avaliações favoráveis às suas competências (condutas que podem ser interpretadas como sinais de aceitação). Do exposto, conclui-se que os investigadores consideram a atitude dos pais essencial, porque uma inadequada relação com as figuras de apego (pai ou mãe, em geral) são factores impeditivos para a criança se sentir segura e independente, o que lhe dificulta e reduz a interacção com o grupo de pares. Ao não adquirir competências sociais, a criança fracassa nas poucas tentativas que faz para se aproximar das outras crianças, fracasso que contribui, uma vez mais, para diminuir a sua competência social.
Os pais não são, no entanto, os únicos elementos da família a ter em conta relativamente aquele que consideramos ser o primeiro processo de socialização da criança. A relação com os irmãos não pode ser remetida para segundo plano uma vez que a família nuclear não é apenas constituída pelos pais da criança. As relações existentes entre os irmãos assumem também um importante papel no que respeita ao seu desenvolvimento.
Segundo alguns estudos (por exemplo, Zussman, 1978), os pais vão modificando os seus métodos de aplicar a disciplina aos filhos à medida que a família vai aumentando. A este respeito, McGillicuddy-Delisi (1982) afirma que os pais de famílias numerosas mostram mais o seu poder e têm menos manifestações de afectividade relativamente aos pais de famílias mais reduzidas.
Os resultados obtidos por Light (1979) confirmam a existência de uma correlação significativa entre a quantidade da interacção exclusiva com os adultos (mais diminuta, obviamente, no caso de a criança ter irmãos) e o desenvolvimento da capacidade de adopção de diferentes perspectivas. O autor salienta ainda a tendência revelada por muitos pais que possuem um único filho para promoverem brincadeiras com outras crianças a fim de o compensarem dos possíveis efeitos negativos decorrentes desse facto. A interelação promovida por estes pais funciona como um elemento facilitador da sua entrada no jardim-de-infância.
De acordo com o exposto, sempre que nos propusermos abordar a questão do processo de socialização da criança há que ter em conta os seguintes aspectos: a interacção com os pais; a natureza e a interacção com os irmãos; a comparação social que resulta do tratamento diferencial dos outros para com ele e a interacção da criança com outros companheiros."
Elsa Martins
Fonte: http://www.redem.org/boletin/boletin300409c.php
terça-feira, 14 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Dica CTM: Filme "A Era do Gelo"
O filme "A Era do Gelo" é ótimo pois ensina o valor da amizade e da lealdade. Recomendamos que os miletinhos e as miletinhas assistam, não só o primeiro, quanto a "A Era do Gelo 2", "A Era do Gelo 3" e "A Era do Gelo 4".
terça-feira, 31 de julho de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Disciplina dentro de casa
Disciplina Dentro de Casa
"Educação não é a simples transferência do conteúdo de um livro, para o cérebro."
Autor: Jon Talber[1]
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A experiência do aprender não pode resultar de teorias, fazer isso é coisa inútil. Como atividade para momentos ociosos serve, mas não pode ser chamada de pedagogia.
| Não desenvolvemos nosso tato, ou audição, ou paladar, o que na verdade ocorre, é a simples adaptação dos mesmos às condições ambientais. O resto é interpretação, é dar nomes ao que estamos fazendo, ao que estamos sentindo. Não se amplia o tato, ou audição, ou paladar, através do conhecimento adquirido, apenas nos especializamos em interpretar aquilo com o qual temos contato. Seria de grande utilidade que aprendêssemos sobre nós mesmos, antes de nos propormos a ensinar nossos filhos e alunos. Não deveríamos ensinar aquilo que não somos, mas podemos fazê-los repetir aquilo que também já repetimos. Isso não é educar, trata-se apenas de fazê-los, à força de alguma sugestão, adaptarem-se ao que também já nos adaptamos antes deles. Repassamos instruções, assim também como nos repassaram um dia. Instruções não educam, mas ajudam a tornar o indivíduo, um excelente profissional, um exímio imitador de gestos, expressões e palavras alheias. | |||
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Os problemas do mundo já existiam antes de nós existirmos. Não existem novos problemas, apenas novos indivíduos experimentando as mesmas coisas.
| Supondo que caminhemos sobre uma linha reta, sobre a qual podemos andar para trás ou para frente; e qualquer que seja o sentido ou a direção que venhamos a tomar, será sempre, para trás ou para frente. É uma linha inflexível, e esta representa o que nesse momento somos como indivíduo; nossa inteira formação psicológica, nosso modo de avaliar coisas e pessoas, nosso arquivo pessoal de informações com as quais julgamos qualquer situação do nosso viver. Essa linha inflexível representa o tempo, o tempo necessário para a assimilação das idéias do mundo, e construção de nossa personalidade. Não são idéias novas, pois nem o mundo é novo, nem suas tradições são novas. Mas como seres recém chegados ao mundo, logo nos tornaremos tão velhos quanto suas idéias e tradições, pois são elas que formatarão nossas personalidades, e sentimentos, e medos, e angústias. | |||
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segunda-feira, 16 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
Dica CTM: DVD Galinha Pintadinha
Como muitos pais já devem saber, o desenho animado "Galinha Pintadinha" se tornou uma febre entre a criançada. No site oficial (http://www.galinhapintadinha.com.br/) é possível comprar todos os seus produtos. Contudo, no Youtube também é possível achar vários vídeos com o desenho. Vale a pena mostrar para as crianças. É um entretenimento e tanto e elas adoram!
quarta-feira, 4 de julho de 2012
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