quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Títulos que não podem faltar na estante de seu filho



fotoNumMagico2
  1. 1. A Bela Adormecida
  2. 2. O Feiticeiro de Oz
  3. 3. Os Três Porquinhos
  4. 4. Cinderela
  5. 5. Rapunzel
  6. 6. Branca de Neve
  7. 7. O Gato das Botas
  8. 8. Alice no País das Maravilhas
  9. 9. O Patinho Feio
  10. 10. O Capuchinho Vermelho
  11. 11. Aladino
  12. 12. A Cigarra e a Formiga
  13. 13. A Galinha dos Ovos de Ouro
  14. 14. A Gata Borralheira
  15. 15. A Bela e o Monstro
  16. 16. O Soldadinho de Chumbo
  17. 17. A Polegarzinha
  18. 18. Pinóquio
  19. 19. O Flautista de Hamelin
  20. 20. João e o Feijoeiro Mágico
  21. 21. A Princesa e a Ervilha
  22. 22. O Principezinho
  23. 23. A Menina do Mar
  24. 24. A Floresta
  25. 25. O Cavaleiro da Dinamarca
  26. 26. Chuva Pasmada



Fonte: http://www.bebegold.com.pt/26-classicos-da-literatura-infantil.aspx

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Troca entre pais e filhos


mãe e filho

As férias podem unir pais e filhos e aproximá-los em seu convívio. "Algumas atividades fazem com que os pais conheçam mais de seus filhos e vice-versa, tornando o entendimento entre eles melhor no restante do tempo", explica Cristiane de Figueiredo Teixeira, treinadora desportiva e professora de Educação Física das redes particular e estadual de ensino de São Paulo. 

Para que os laços sejam mesmo reforçados é necessário que os pais tenham real vontade de realizar essa aproximação - e vontade significa também dedicar tempo, esforço e criatividade. Mas o resultado vale a pena, pois não só todos se divertem, como a criança se sente motivada e amada. O segredo, aqui, é trocar. Sugestões:



1) Brincadeiras: Apresente ao seu filho uma brincadeira típica de sua infância. Em seguida, aprenda com ele uma brincadeira de que ele goste na atualidade

2) Filmes: Assista com seu filho a um filme que marcou a sua infância. Depois, veja em sua companhia um dos filmes favoritos dele

3) Cante para o seu filho uma música que tenha marcado a sua infância. Peça também para ele cantar uma música para você

4) Atividades: Proponha uma atividade edificante ao seu filho, como plantar uma árvore ou construir um brinquedo

5) Registro: Façam um desenho a quatro mãos retratando um dia de férias que passaram juntos





Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/ferias-com-os-pais-409160.shtml

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A importância da família na socialização da criança

http://galeria.colorir.com/familia/familia-unida-pintado-por-lorena-1005534.html

O seguinte artigo, escrito por uma pesquisadora portuguesa, aborda a questão da socialização da criança com base nos impactos inferidos pela família nesse processo. Apesar de escrito no português de Portugal e com um grau mais acadêmico, vale a pena conferir:



"É com os membros da família que a criança inicia o seu processo de socialização e é igualmente nela que encontra os primeiros objectos de apego. Vários estudos defendem que o adulto desempenha, nesta fase, um papel fulcral nos afectos como fonte de estimulação. Schaffer e Emerson (1964) consideraram que as características mais significativas consistem nas respostas dadas pelo adulto aos sinais emitidos pela criança assim como à quantidade de interacção que acciona espontaneamente com ele. Há que ter em conta que desde tenra idade a criança compreende que a resposta imediata dos pais aos seus apelos significa que os seus actos podem exercer um efeito nas pessoas e no meio ambiente (Yarrow et alii, 1975). Importa salientar que as famílias têm características diferentes. Os pais de uma classe social baixa sofrem numerosas situações de stress (problemas económicos, excesso de trabalho, um número elevado de filhos, etc), o que lhes diminui, significativamente, não só o tempo disponível para interagirem com os filhos como a sua própria disponibilidade mental. 

Hoffman (1961) constatou que a interacção afectiva existente entre pai/filho está directamente relacionada com a aceitação da criança por parte dos companheiros e da aceitação dos companheiros relativamente à criança. Y. Winder e Rau (1962) salientam que os pais e as mães das crianças que são bem aceites pelos colegas raras vezes recorrem ao castigo físico para repreenderem os seus filhos. Referem, igualmente, que as mães destas crianças recorrem muito pouco à negação de privilégios como forma de castigo, enquanto os pais fazem avaliações favoráveis às suas competências (condutas que podem ser interpretadas como sinais de aceitação). Do exposto, conclui-se que os investigadores consideram a atitude dos pais essencial, porque uma inadequada relação com as figuras de apego (pai ou mãe, em geral) são factores impeditivos para a criança se sentir segura e independente, o que lhe dificulta e reduz a interacção com o grupo de pares. Ao não adquirir competências sociais, a criança fracassa nas poucas tentativas que faz para se aproximar das outras crianças, fracasso que contribui, uma vez mais, para diminuir a sua competência social.

Os pais não são, no entanto, os únicos elementos da família a ter em conta relativamente aquele que consideramos ser o primeiro processo de socialização da criança. A relação com os irmãos não pode ser remetida para segundo plano uma vez que a família nuclear não é apenas constituída pelos pais da criança. As relações existentes entre os irmãos assumem também um importante papel no que respeita ao seu desenvolvimento.
Segundo alguns estudos (por exemplo, Zussman, 1978), os pais vão modificando os seus métodos de aplicar a disciplina aos filhos à medida que a família vai aumentando. A este respeito, McGillicuddy-Delisi (1982) afirma que os pais de famílias numerosas mostram mais o seu poder e têm menos manifestações de afectividade relativamente aos pais de famílias mais reduzidas.

Os resultados obtidos por Light (1979) confirmam a existência de uma correlação significativa entre a quantidade da interacção exclusiva com os adultos (mais diminuta, obviamente, no caso de a criança ter irmãos) e o desenvolvimento da capacidade de adopção de diferentes perspectivas. O autor salienta ainda a tendência revelada por muitos pais que possuem um único filho para promoverem brincadeiras com outras crianças a fim de o compensarem dos possíveis efeitos negativos decorrentes desse facto. A interelação promovida por estes pais funciona como um elemento facilitador da sua entrada no jardim-de-infância.

De acordo com o exposto, sempre que nos propusermos abordar a questão do processo de socialização da criança há que ter em conta os seguintes aspectos: a interacção com os pais; a natureza e a interacção com os irmãos; a comparação social que resulta do tratamento diferencial dos outros para com ele e a interacção da criança com outros companheiros."


Elsa Martins



Fonte: http://www.redem.org/boletin/boletin300409c.php

terça-feira, 14 de agosto de 2012

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Dica CTM: Filme "A Era do Gelo"

O filme "A Era do Gelo" é ótimo pois ensina o valor da amizade e da lealdade. Recomendamos que os miletinhos e as miletinhas assistam, não só o primeiro, quanto a "A Era do Gelo 2", "A Era do Gelo 3" e "A Era do Gelo 4".





sexta-feira, 27 de julho de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Disciplina dentro de casa


Disciplina Dentro de Casa
"Educação não é a simples transferência do conteúdo de um livro, para o cérebro."
Autor: Jon Talber[1]



A experiência do aprender não pode resultar de teorias, fazer isso é coisa inútil. Como atividade para momentos ociosos serve, mas não pode ser chamada de pedagogia. 
Não desenvolvemos nosso tato, ou audição, ou paladar, o que na verdade ocorre, é a simples adaptação dos mesmos às condições ambientais. O resto é interpretação, é dar nomes ao que estamos fazendo, ao que estamos sentindo. Não se amplia o tato, ou audição, ou paladar, através do conhecimento adquirido, apenas nos especializamos em interpretar aquilo com o qual temos contato.

Seria de grande utilidade que aprendêssemos sobre nós mesmos, antes de nos propormos a ensinar nossos filhos e alunos. Não deveríamos ensinar aquilo que não somos, mas podemos fazê-los repetir aquilo que também já repetimos. Isso não é educar, trata-se apenas de fazê-los, à força de alguma sugestão, adaptarem-se ao que também já nos adaptamos antes deles. Repassamos instruções, assim também como nos repassaram um dia. Instruções não educam, mas ajudam a tornar o indivíduo, um excelente profissional, um exímio imitador de gestos, expressões e palavras alheias.
Poderíamos começar do básico, com nossos medos. O que são os nossos medos e por que, a despeito de toda força da tradição, da cultura milenar, da nossa especialização que atinge o mais elevado nível intelectual, ainda não somos capazes de lidar adequadamente com ele? Por que ele persiste em nos atormentar vida afora apesar de todo poderio intelectual conquistado pelo homem até esse momento? Criam-se especialistas na psique humana, especialistas em angústias, em tristezas, mas a despeito de tanto empenho, por que tais perturbações continuam a fazer parte dos nossos mais importantes problemas?

Não começamos agora, somos o resultado de milênios de cultura e tradição; do poder das autoridades doutrinárias, dos reformadores "bem intencionados", das centenas de homens de "boa vontade" que já povoaram as muitas civilizações de todos os tempos, e nossos problemas, ao contrário de nós, não são coisa nova. Somos recentes sobre a terra, nossos problemas não o são. Perduram a milhares de homens e tradições; de mudanças e guerras sociais, e a despeito do progresso material alcançado, psicologicamente parece que não progredimos um passo sequer.

Ainda somos tão medrosos quanto nossos mais primitivos ancestrais, e nossos estados emocionais, nunca compreendidos, portanto nunca resolvidos, continuam a ser nosso principal embaraço existencial. Por que insistem as instituições chamadas de educacionais, em manter os seus modelos que já sabem tratar-se de uma metodologia estúpida, e sem pretensão nenhuma de construir um homem sensato? São capazes de instruir alunos a se tornarem repetidores voluntários, que agindo como se fossem máquinas, vivem no seu dia a dia como autômatos, seguindo ordens, obedecendo à comandos, sem a menor sensibilidade; repletos de todos os medos e angústias que já experimentaram todos os outros homens.

Não poderia ser diferente a angústia desse homem, uma vez que como imitadores perfeitos que são, que simplesmente se adaptam às situações do dia a dia, ou se deixam levar como pesos mortos, sem opor resistência alguma, ao sabor da correnteza, continuam a repetir até a forma dos sofrimentos dos ancestrais.

Se o objetivo da vida de cada homem, "educado" segundo estes critérios for à manutenção do caos humano, da angústia e sofrimento que se arrasta civilização após civilização; da manutenção dos seus medos e violência, das guerras cujo objetivo é tão somente defender a supremacia de opiniões estúpidas e sem valor, então as escolas atuais são perfeitas para ele. Se ao contrário, qualquer uma dessas coisas o incomoda, não o são, uma vez que não cuidam de ajudar a resolver esse problema.

Observando a ordem interna de nossas casas, logo podemos perceber, que o bom senso que buscamos fora dela, deve-se ao fato de não o praticarmos internamente. Na maioria das vezes, os melhores amigos de nossos filhos e filhas, não são seus pais, mas amigos de fora. Isso é quase uma regra geral, que faz parte da tradição e cultura, que é mesmo incentivado pelas escolas e pelos próprios pais, e alguns poucos que se aventuram em contrariar tal prática, logo são considerados estranhos, de fora de moda, ou caretas.

A criança, mais que um adulto, necessita de cuidados especiais, de uma atenção maior por parte dos educadores e pais. Estão elas sendo "formatadas" para se tornarem adultos, e a depender dessa formatação, construirão um mundo de desarmonia ou harmonia. Mas como podemos construir nosso filho ou aluno, à imagem do bom senso, se as influências de todas as partes, a nosso ver, teimam em fazer o contrário? Será que o exemplo não começa dentro de casa? Afinal de contas, esse é o ponto de origem de qualquer criança. É seu ponto de partida e de chegada ao final do dia, ou do período que se mantém afastado dos pais.

Os problemas do mundo já existiam antes de nós existirmos. Não existem novos problemas, apenas novos indivíduos experimentando as mesmas coisas.

Supondo que caminhemos sobre uma linha reta, sobre a qual podemos andar para trás ou para frente; e qualquer que seja o sentido ou a direção que venhamos a tomar, será sempre, para trás ou para frente. É uma linha inflexível, e esta representa o que nesse momento somos como indivíduo; nossa inteira formação psicológica, nosso modo de avaliar coisas e pessoas, nosso arquivo pessoal de informações com as quais julgamos qualquer situação do nosso viver. Essa linha inflexível representa o tempo, o tempo necessário para a assimilação das idéias do mundo, e construção de nossa personalidade. Não são idéias novas, pois nem o mundo é novo, nem suas tradições são novas. Mas como seres recém chegados ao mundo, logo nos tornaremos tão velhos quanto suas idéias e tradições, pois são elas que formatarão nossas personalidades, e sentimentos, e medos, e angústias.

Podemos constatar tudo isso de uma forma muito singular. Perguntemo-nos se há em nós algum sentimento emocional único, nunca experimentado e rotulado antes por mais ninguém; e mais ainda, se há alguma idéia absolutamente nova em nossos pensamentos, uma vez que qualquer idéia se baseia em tudo que existe, e que já assimilamos do próprio mundo. A resposta será não, pois o mesmo conhecimento que formou minha psique é também do mundo, e está disponível para todos. É claro que cada cultura contribui com uma parte, e na parte de nossa cultura, nos encaixamos. E todas as culturas juntas, como fragmentos, formam o conhecimento do mundo, a mente, ou psique possível desse mundo.

Isso inclui o conhecimento material e o emocional; os problemas criados e as soluções sempre parciais que se apresentam. Somos o resultado de tudo isso, e sensato seria questionarmos por que as soluções são sempre parciais, e por que ainda há o problema do medo, dos conflitos, do sofrimento.

Passados tantos séculos de tentativas; de planos para colocar o homem em ordem, de repressão violenta com a mesma intenção; de reformas sociais e religiosas, sem um resultado definitivo, resta-nos questionar se o pensamento do homem, todo o seu conhecimento, é capaz de promover essa tal transformação.

Podemos continuar a esperar pela escola, pelas reformas sociais ou políticas; que o tempo resolva a questão, a despeito de passados milhares de anos e civilizações, ainda não o ter feito, ou podemos, ao contrário, começarmos uma reforma em casa, um ajuste interno que não dependa mais de tais influências ou opiniões, de quem quer que seja. É um passo gigantesco, uma vez que não nos guiaremos mais por ninguém, nenhuma tradição ou propaganda. Será um aprendizado novo, a partir de nós mesmos, da prática com nossa família e amigos, do contato intimo com nossos filhos e cônjuges. Aprenderemos enquanto vivenciamos, enquanto sentimos; enquanto sofremos com nossos problemas, ou enquanto nos empenhamos em resolvê-los, e dessa experiência, certamente que nascerá um novo homem. 





Fonte: http://sitededicas.ne10.uol.com.br/art_disciplina_em_casa.htm

segunda-feira, 16 de julho de 2012