sexta-feira, 22 de agosto de 2014

O mau comportamento infantil... como lidar?

Considerações sobre o Mau Comportamento Infantil...

Lembrando sempre que criança nenhuma aprende alguma coisa, o que quer que seja, sem uma fonte que possa lhe servir de referência. Essa fonte pode ser um adulto, um irmão mais velho, a televisão, etc.
Engana-se quem considera aprendizado apenas as coisas úteis. Vale esclarecer que instrução, que é o meio pelo qual se aprende qualquer coisa, pode ser negativa ou positiva, e tudo isso é material cognitivo na mente imatura de uma criança. Informação cognitiva pode ser coisa inútil, ou útil, e tudo isso é instrução, orientação, sugestão de como fazer.
Vide o exemplo dos jovens, ou mesmo adultos, muitas vezes supostamente já esclarecidos, e ainda assim vulneráveis às correntes negativas, ainda sujeitos aos condicionamentos deformados, como os vícios pelas drogas, pelo jogo, e outros desvios morais. Agora imagine a mente de uma criança, um terreno vazio, sem discernimento algum, um livro com suas páginas ainda em branco, onde se pode escrever qualquer coisa.
Maus hábitos se aprendem primeiramente em casa, e depois são aperfeiçoados na rua. Sem predisposição para a coisa, o processo não vai adiante. Assim, tendo o exemplo, a sugestão, a referência, a incitação que surge ao seu redor, logo encontrará na rua o apoio que precisa para dar continuidade à prática na qual já foi iniciado.
Pais que não se posicionam abertamente contra um mau hábito diante dos seus filhos, sendo que eles próprios precisam servir de exemplo, também, de forma indireta, estão apoiando os desvios comportamentais. Se a ideologia praticada em nossa casa, pelos nossos pais e irmãos mais velhos não for coisa construtiva, logo, o mundo lá fora se encarregará de contaminá-las com suas ideias e posturas absurdas.
Com bom exemplo em casa, e nesse caso as palavras só não bastam, nada do mundo lá fora será capaz de desviar a conduta dos nossos filhos. Bom exemplo significa boa ética e atitude pessoal, firme posicionamento contra as deformações sociais e manias bizarras, e a presença diária no convívio com os filhos. Diante de tudo isso, eles estarão encapsulados, blindados, contra o forte assédio das influências negativas que brotam de todos os lados, na sociedade patológica onde vivemos. 



Fonte: http://sitededicas.ne10.uol.com.br/grito-de-alerta-mau-comportamento.htm

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

As Crianças e as Conversas dos Adultos...

As Crianças e as Conversas dos Adultos...

Ao contrário do que se pensa, ingenuidade não é surdez. Isso quer dizer que, uma criança pode até não compreender o significado das palavras, mas os gestos que acompanham cada palavra, ou frase, ou síntese de um diálogo ou comentário, isso elas conseguem captar com invejável precisão.
Para uma criança, em primeiro lugar vem a expressão e o gesto, e apenas depois, as palavras. Por isso ela consegue associar as palavras aos estados emocionais, mesmo sem saber o que significam.
Após os três anos de idade, quando a individualidade para ela já é fato consumado, os gestos e suas respectivas expressões verbais, tenderão a fazer parte do seu repertório comportamental, farão lastro à sua personalidade, que aos poucos vai tomando forma. Por isso mesmo, aquilo que iremos colocar dentro daquela mente vazia, isso é de vital relevância.
Criança aprende de uma fonte, de alguém que já sabe, de alguém que já aprendeu. Mas, ao contrário do adulto esclarecido, mesmo que este tenha pouco discernimento, ela não possui nenhum. Assim, errado e certo, dentro daquele cérebro em busca de lastro para seus pensamentos, tudo é uma mesma coisa, tudo é informação, para ela, portanto, instrução útil.
Se o teor de uma conversa proporciona satisfação aos adultos, não importa qual seja o conteúdo, para ela é coisa positiva. Logo, enquanto cresce, tenderá a encontrar também naquilo, à medida que passa a compreender, um objetivo digno de ser alcançado, não importando o contexto, consequências, ou desdobramentos.
Lembre-se, criança ainda não sabe, nós sabemos, e elas aprendem conosco, coisas negativas, ou positivas. Podemos aprender com os erros, mas não temos como desfazer um erro cometido, nem suas consequências.
Com um senso de ética ainda carente de estruturação, as informações que assimila do seu entorno, do exemplo dos seus pais e entes mais próximos, irão ajudar nesse processo que é de aquisição. Sua ética será a dos seus pais, e os erros que cometer enquanto lhe falta o devido discernimento, estes não poderão ser anulados. Mal depois de feito não pode ser desfeito. Podemos repor uma falta, mas jamais seremos capazes de repor os malefícios causados a partir dessa falta.
A compensação de um erro não desfaz suas consequências, pense sempre nisso. 

Fonte: http://sitededicas.ne10.uol.com.br/grito-de-alerta-conversa-adultos.htm

sábado, 16 de agosto de 2014

As Novas Tecnologias e as Crianças...

As Novas Tecnologias e as Crianças...

Com frequência se enfatiza os supostos benefícios que a moderna tecnologia pode nos proporcionar. Mas precisamos compreender que tudo precisa ser usufruído com sabedoria, com inteligência e sensatez.
Se os benefícios são indiscutíveis, os malefícios, de forma intencional, quase nunca são mencionados. Mas, se colocarmos tudo numa balança usando como medida o bom senso podemos ver a coisa de outra forma, com mais inteligência, o que poderá nos proporcionar melhores resultados.
Se de um lado o mundo da informação digitalizada nunca nos ofereceu tantas possibilidades, por outro, há um lado obscuro que precisa ser avaliado, estudado, esclarecido, ponderado, para que os supostos “avanços” e benefícios não se transformem em malefícios. É bom lembrar sempre do adágio: “Um tijolo, nas mãos de um pedreiro serve para construir, nas mãos de um malfeitor, como arma de destruição”.
Ao final vale a ponderação e o bom senso. "Criança sem bom senso em terra de ninguém, acaba encontrando aquilo que não convém".
Enfim, a seguir eis algumas considerações que podemos pautar com ponto de partida para nossa reflexão.
"A internet aproxima as pessoas através de uma maior interação"

Isso não é verdade. Um número cada vez maior de usuários se isola, se contentam com o contato virtual, e de fato passam a conhecer mais pessoas, mas de forma completamente impessoal, do mesmo modo como também lidamos com nossos vultos famosos, ou ícones pessoais. Saber que as pessoas existem não é a mesma coisa que vivenciar o contato pessoal, a interação física, o diálogo olho no olho. Amizade não se firma no mundo virtual, mas no físico. Afinal de contas, uma boa conversa presencial ainda é o melhor remédio para fortalecer e potencializar uma amizade, já no mundo virtual, isso não se aplica.
Uma grande quantidade de amigos virtuais, muitos nem existem de fato, não significam muitas amizades. Amigos existem no mundo real, presencial, e apenas o convívio de fato faculta a criação de vínculos que podem, depois, se transformar em amizades, o resto é eufemismo, uma forma que a indústria do entretenimento encontrou para controlar, cativar, escravizar, manipular e fazer lavagem cerebral em seus infelizes consumidores, ou usuários.
E o resultado desse isolamento mascarado de interação é a alienação, o fanatismo, a dependência cada vez maior por drogas, uma vez que são usadas para compensar a solidão, a angústia e a depressão causada pela clausura, pela falta de contato físico. Há ainda uma geração inteira que passa os dias em ambientes blindados, fechados, onde a única luz do sol que vêem é a virtual.
E uma das consequências é o sedentarismo e a carência de vitamina D. A vitamina D, na verdade não é vitamina, trata-se de um hormônio, é responsável pelo controle de 229 funções do nosso corpo, e com sua falta, o que ocorre pela heliofobia, ou medo da luz solar, ou pela falta de exposição ao sol, favorece a tendência do aumento das doenças crônicas motoras, tais como, as patologias reumáticas, a esclerose múltipla, os cânceres, a deficiência visual, melancolia e depressão, e a pior de todas, a insensatez, ou arrogância de julgar que inteligente é todo aquele capaz de saber operar bugigangas eletrônicas.
"A criança aprende mais com a grande quantidade de informação"

Isso é um mito dos mais importantes e mesmo antiético, que infelizmente se transformou em uma falsa verdade, e o pior de tudo, largamente apoiada pelos seus criadores, os senhores da comunicação virtual, uma poderosa indústria cujos axiomas são seguidos e cultuados como verdadeiras doutrinas religiosas.
De fato existe muita informação, mas, grande parte desta é desqualificada, ou simplesmente lixo, o que acaba por causar mais confusão que esclarecimento. Há um excesso de desinformação. Ali é uma terra de ninguém, onde qualquer um escreve o que bem entende, onde a ética não é uma regra. Má informação numa mente infantil sem discernimento tem o mesmo peso de uma verdade. Saber filtrar o que serve daquilo que não serve ainda não faz parte do repertorio cognitivo de uma criança, logo, ela estará sob jugo das inúmeras correntes negativas que proliferam no meio virtual.
"A criança cada vez mais cedo se torna madura..."

Isso é um mito. Maturidade não se consegue com informação, mas com vivência, experiência de vida. Informação sem discernimento, ou cujo significado não se conhece, não se pode medir, é a mesma coisa que semente que é plantada sobre pedra. Além disso, a criança passa a maior parte do seu tempo “brincando” e fofocando no meio virtual, motivada mais pela curiosidade das muitas bobagens que circulam nas redes sociais, do que pela possibilidade de aprender alguma coisa que lhe seja útil de fato. Logo, há de fato um intenso intercâmbio, mas entre fontes igualmente imaturas e desinformadas, resultado, mais desinformação e confusão que erudição e cognição.
Bom, isso não é tudo, mas bem que pode servir como um primeiro passo para nossas reflexões sobre o assunto.
E por último, não acredite em nada que você mesmo não seja capaz de experienciar, comprovar pela vivência, nem nesse texto. Experimente, descubra em si mesmo, transforme a ideia em coisa prática, e tudo isso em um viver com dignidade. 


Fonte: http://sitededicas.ne10.uol.com.br/grito-de-alerta-computador.htm

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Sobre Comportamento Social e Atividades Criativas...


Você sabia Que...
  • A criança se educa socialmente quando trabalha em grupo?
  • Quando a criança divide o seu trabalho com outros ou ajuda alguém, aprende a prática de hábitos de cortesia e ordem?
  • Amando a criança compreenderá melhor suas fraquezas, tornando-se mais fácil sua educação?
  • A bondade, aliada à firmeza, e não a rudeza de palavras, são poderosos instrumentos para se conseguir a obediência da criança?
  • Bons brinquedos e jogos inteligentemente dirigidos transformam o mundo da criança?
  • Dos quatro aos seis anos, a criança deve ter à sua disposição e em grande abundância, brinquedos e jogos de todo o tipo, que estimulem o seu espírito criador?
  • Os materiais que estimulam a atividade criadora são, por exemplo, papel em folhas grandes, papel de seda, lápis, crayon, tinta, giz de cera, um quadro-negro, massas, brinquedos de recortes, caixas velhas de cartolina, etc, etc.?
  • Os brinquedos que precisem ser puxados ou empurrados pela criança auxiliam-na a desenvolver o equilíbrio e aprender a andar e correr?
  • Brinquedos de armar estimulam a habilidade?
  • Brinquedos compostos de mais de uma parte exercitam a coordenação do tato com a vista?
  • Incentivá-las a dizerem o que estão sentindo, ajudam-nas a se expressarem melhor e torna-as mais humanizadas?
  • Quando são ensinadas a praticar a cortesia e a camaradagem, logo tornam-se naturamente mais sensíveis, mais serenas, menos ansiosas, mais reflexivas?




Fonte: http://sitededicas.ne10.uol.com.br/dicasjd8.htm

domingo, 10 de agosto de 2014

Feliz Dia dos Pais!

O Colégio Tales de Mileto parabeniza todos os pais neste domingo tão especial! E na última sexta-feira, foi a vez de nossos miletinhos e miletinhas mostrarem todo o seu amor em uma linda homenagem aos pais. Confira as fotos:







































quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Disciplina Dentro de Casa

A Indisciplina é um Aprendizado como outro Qualquer


Família
Os problemas do mundo já existiam antes de nós existirmos. Não existem novos problemas, apenas novos indivíduos experimentando as mesmas coisas.
A criança, mais que um adulto, necessita de cuidados especiais, de uma atenção maior por parte dos educadores e pais. Estão passando por um processo de "formatação" para se tornarem adultos, e a depender da qualidade desse trabalho, construirão um mundo de desarmonia ou harmonia. 

Mas como podemos construir nosso filho ou aluno à imagem do bom senso, se as influências de todas as partes, a nosso ver, teimam em fazer o contrário? Será que o exemplo não começa dentro de casa? Afinal de contas, esse é o ponto de origem de qualquer criança. É seu ponto de partida e de chegada ao final do dia, é sua mesologia mais intimista. 

Supondo que caminhemos sobre uma linha reta, sobre a qual podemos andar para trás ou para frente, e qualquer que seja o sentido ou a direção que venhamos a tomar, será sempre sobre ela. É uma linha inflexível, e esta representa o que nesse momento somos como indivíduos, nossa inteira formação psicológica, nosso modo de avaliar coisas e pessoas, nosso arquivo particular de informações com as quais julgamos, avaliamos ou decidimos, todos os movimentos do nosso viver. 

Essa linha inflexível representa o tempo, o tempo necessário para a assimilação das ideias do mundo e construção de nossa personalidade. Não são ideias novas, pois nem o mundo é novo, nem suas tradições o são. Mas, como indivíduos recém chegados, logo nos tornaremos tão velhos quanto suas ideias e tradições, pois são elas que darão forma às nossas personalidades e sentimentos, medos e angústias. 

Podemos constatar tudo isso de uma forma muito singular. A questão é:Há em nós algum sentimento emocional único, nunca experimentado e identificado antes por mais ninguém? E mais ainda, se há algum projeto absolutamente novo em nossos pensamentos, uma vez que qualquer ideia se baseia em ocorrências pré-existentes. Tudo o que já existe, todo esse acervo, só podemos ter assimilado do próprio gênero humano. 

O fato é que não há conhecimento novo, pois o mesmo “saber ou mente” que formou minha psique é também do resto do mundo. E até o meu temperamento, a essa altura, já foi modificado, deformado, teve que se adequar aos novos fatores condicionantes. As influências estão disponíveis para todos. É claro que cada cultura contribui com uma parte, e cada população absorve a cota que lhe pertence. E todas as culturas juntas, como fragmentos, formam o conhecimento do mundo, o pensamento, ou acervo possível de ser assimilado por qualquer um. 

Isso inclui o conhecimento material e o emocional, e os problemas criados a partir de suas soluções sempre parciais. Somos o resultado de tudo isso, e sensato seria questionarmos por que as soluções são sempre incompletas, e por que ainda há o problema do medo, dos conflitos, do sofrimento. 

E passados tantos séculos de tentativas, de planos excêntricos para colocar o homem em ordem, de repressão violenta com a mesma intenção, de reformas sociais e religiosas sem um resultado definitivo, resta-nos questionar se o intelecto do homem com todo o seu conhecimento é mesmo capaz de promover essa tal transformação. 

Podemos continuar a esperar pela escola, por novas reformas sociais, políticas ou religiosas. Podemos ainda esperar que o tempo resolva a questão, a despeito dos milhares de anos já passados, e das várias civilizações com suas fórmulas e doutrinas que fracassaram. E se nada disso logrou êxito, deveríamos considerar que pode haver um erro nesse processo.



Mas, também podemos, ao contrário, começarmos uma reforma em casa, um ajuste interno que não dependa mais de tais influências, das opiniões de quem quer que seja. Será um passo gigantesco, uma vez que não nos guiaremos mais por ninguém, por nenhuma tradição ou propaganda. 

Será um aprendizado novo, a partir de nós mesmos, da prática com nossa família e amigos, do contato intimo com nossos filhos e cônjuges. Aprenderemos enquanto vivenciamos, enquanto sentimos. Aprenderemos enquanto sofremos com nossos problemas, conflitos e carências, falhas, ou enquanto nos empenhamos em resolvê-los. Talvez, a partir dessa experiência pioneira, poderá nascer um novo homem, pelo menos dentro de nossa casa.



fonte: http://sitededicas.ne10.uol.com.br/art_disciplina_em_casa2.htm

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Frases que nunca devem ser ditas às crianças


menina pensando

Atenção pais, cuidado com o que sai da sua boca!



Muitas vezes, quando os pais vão dar uma bronca nos filhos, não prestam atenção nas palavras. Assim acabam usando expressões contundentes, e como consequência, acabam por criar traumas em suas crianças, que podem ser irreversíveis.

Baseado em entrevistas com pais e especialistas, o professor e psicólogo americano Charles Schaefer, da Dickinson University, elaborou uma lista de frases que jamais devem ser ditas às crianças.


  1. "Você é um mau menino".
  2. "Sacrifico minha vida pessoal para cuidar do meu filho, espero que ele reconheça isto".
  3. "Eu prefiriria que você não tivesse nascido".
  4. "Você nunca vai ser nada na vida".
  5. "Seu pai(sua mãe) e eu estamos nos separando por sua causa".
  6. "Quando eu era da sua idade, voltava da escola a pé e ainda ajudava minha mãe a cuidar da casa."
  7. "Por quê você não é como seu irmão?".
  8. "Você está agindo como um bebê. Devia sentir vergonha disso".
  9. "Se fizer isso de novo, vou chamar a polícia e mandar lhe prender".
  10. "Faço tudo por você e não recebo nada em troca".
  11. "Eu não acredito que esteja com medo desse cachorrinho tão manso"
  12. "Bem que Eu não queria ter filhos, por isso deu no que deu..."
  13. "Por último, para cada "NÃO" um "SIM" que explica o "Não" deve ser dito em seguida."
  14. Claro que esta lista é parcial. Existem muitos outros pontos onde a regra se aplica. Verifique os seus e permaneça em estado de atenção, em alerta máximo, o tempo todo.

    Fonte: http://sitededicas.ne10.uol.com.br/artigo9.htm

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Pai: você está preparado para volta às aulas? Como ajudar seu filho no desempenho escolar

Confira algumas dicas testadas e aprovadas de como ajudar seu filho a obter melhores resultados na escola:





  • Reserve um período específico de tempo em sua agenda a cada semana, para ficar com sua Criança. Durante este tempo dê total atenção e amor a ela.
  • Use o tempo do trajeto até a escola, mesmo no carro, quando for o caso, para conversar com ela. Nessa hora não há TV ou telefone para interferir, ou pessoas entrando e saindo. E as crianças sabem que finalmente, e de fato, terão a sua atenção.
  • Planeje fazer pelo menos uma refeição junto com sua família todos os dias.
  • Dê um jeito de encontrar atividades da casa que exijam a participação de toda família. Envolva a todos na escolha de como usar melhor esse seu tempo, claro, na companhia deles.
  • Crie um sistema de bilhetagem para TV. Cada "ingresso" poderá ser usado para a criança assistir seu programa favorito por, digamos, 30 minutos. Os bilhetes que sobrarem, aqueles que não foram usados durante a semana, ao fim de cada 7 dias, poderão ser trocados por uma quantia em dinheiro ou bônus. Os pais também podem vetar certos programas
  • Ajude seu filho(a) a começar sua própria biblioteca - livros populares ou pequenas brochuras é o ideal para essa fase. Dê a ideia de que podem trocar livros com os amigos. Visite sebos. Dê a ele(a) livros de presente. Use sua criatividade.
  • Quer que sua criança crie gosto pela leitura? Deixe então que ela veja que você está lendo. Numa recente pesquisa, a maioria dos estudantes disseram que em suas casas existia pouco ou nenhum material de leitura. Material de leitura, isto exclui revistas de fofocas, materiais sensacionalistas, ou com conteúdo negativo.
  • Faça um teste. Crie em casa um horário da leitura. Durante estes horários, todos da família se sentam para um tempo de leitura livre de interrupções. Ou aproveite esse tempo para um debate informal sobre algum assunto recentemente lido, ou publicamente comentado.
  • Com as crianças pequenas, tente ler para elas durante o banho, ou na hora de levá-las à cama.
  • Com frequência, encontre ocasiões para dizer para suas crianças que você gosta delas, que você as ama. Não existe uma ocasião específica para isto, muito menos um limite de vezes. "Quando eu faço algo certo, ninguém se lembra. Quando eu faço algo errado, ninguém jamais esquece!" Estas palavras foram escritas por um aluno afastado da escola secundária por mal comportamento.
  • Ajude seus filhos a aprenderem com problemas, e não a serem derrotados por eles. Muitos pais jamais usam a palavra "falhar". Eles podem comentar sobre uma "falha", um "problema", ou um "problema inesperado", e escondem a coisa como se não existisse. No entanto, mesmo quando alguém não realiza seu trabalho conforme o planejado, existe uma oportunidade cognitiva a ser explorada. Vale lembrar que as pessoas bem sucedidas tentam aprender extraindo alguma coisa das experiências negativas, e dos erros.
  • Deixe seu filho ouvir seus elogios ao invés de elogios dos outros.


Fonte: http://sitededicas.ne10.uol.com.br/artigo12-4.htm