sexta-feira, 19 de setembro de 2014

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

10 sugestões de como participar da rotina escolar de seu filho



Confira abaixo uma síntese das dez dicas:

1. Mantenha um canal de comunicação com a escola, buscando se informar sobre as tarefas de casa, a periodicidade das reuniões com pais e do boletim escolar
2. Troque ideias sobre o seu filho sobre a tarefas, mas não a corrija e dê a resposta certa. Isso é função do professor
3. Ele errou na tarefa? Incentive-o a tentar de novo!
4. Não é o fim do mundo não saber responder as dúvidas do seu filho. Assuma que não sabe e peça que ele procure o educador
5. Não faça a tarefa pelos seus filhos
6. Estabeleça um período fixo para que seu filho faça as lições (de manhã ou à tarde) e tente manter a casa tranquila nesses horários
7. Tente estar presente pelo menos em parte das lições de casa
8. Separe um cantinho da casa para o seu filho estudar
9. Se o livro ainda é o principal material didático do seu filho, concentre-se nele. Tablets e computadores podem ajudar, por exemplo, em pesquisas, desde que feitas em sites de confiabilidade e sem que o estudante se disperse na internet!
10. Encoraje seu filho a melhorar, mas evite comparações entre crianças


Fonte: http://abecedario.blogfolha.uol.com.br/2014/02/07/dez-dicas-para-participar-da-rotina-escolar-do-seu-filho-2/

terça-feira, 16 de setembro de 2014

12 dicas para lidar com a birra

Leia abaixo algumas dicas práticas para ajudar seu filho a aprender a se comportar:
1. Não perca o controle: seja firme, mas também acolhedor
Assim que a criança começa a fazer uma cena dramática no shopping ou no parque, é melhor segurar as rédeas da situação do que entrar na mesma dança. Pode ser que você esteja ficando muito irritado, mas segundo o psicólogo e terapeuta familiar João David Cavallazzi Mendonça, pais que perdem o controle podem assustar ainda mais a criança e tornar a birra ainda pior.

Mas os pais tampouco devem amolecer. Segundo a psicopedagoga Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), os adultos devem manter firmeza no tom de voz e falar com a criança na altura delas, explicando que atitudes como esta não irão mudar nada. Ao perceber que a criança está prestando atenção, João David ainda indica demonstrar acolhimento: segurá-la no colo e explicar o porquê da negativa poderá ajudar bastante.
2. Não ceda aos apelos da criança e mantenha a palavra
Por culpa ou falta de paciência, às vezes os pais acabam cedendo aos pedidos dos filhos e deixam a birra passar como se não fosse nada demais. Esse é um erro fatal: segundo Dora Lorch, a criança pode ficar cada vez mais autoritária, pois percebe uma maneira de sempre conseguir o que quer. Segundo a psicóloga e psicoterapeuta familiar Ana Gabriela Andriani, as crianças precisam entender que nem sempre terão o que desejam e quando desejam, e que sua insistência não é uma cartada aceita nesta hora.

3. Dê exemplos: sair batendo porta dentro de casa não é um deles
Que os pais devem ser bons modelos para seus filhos e esta premissa vale também para momentos de raiva em que o adulto resolve fazer a própria “birra” – batendo uma porta em casa após um momento de estresse, por exemplo. “Às vezes a criança está apenas repetindo o comportamento da mãe”, diz Dora Lorch.

Getty Images
Quanto mais atenção os pais derem à birra do filho, pior será o comportamento dele
4. Não dê atenção à birra
Aos dois anos, Rafaela, filha da socióloga Ariane Torezan, foi com a mãe ao supermercado. Quando Ariane proibiu a filha de levar para casa uma guloseima, Rafaela se deitou no chão, começou a chorar e a gritar. “Não tive dúvidas: virei as costas e continuei andando. Ela não teve outra alternativa se não parar de chorar e vir atrás”, relembra Ariane.

Para o psiquiatra e educador Içami Tiba, autor de “Disciplina: Limite na Medida Certa” (Integrare Editora), as crianças precisam passar pelo estresse de perder a segurança na hora da birra. “Se ela se sente insegura, muda. A criança fica preocupada se os pais a deixam”. Rafaela, hoje com nove anos, nunca mais teve qualquer comportamento parecido.
5. Dê castigos proporcionais (e não se sinta culpado depois)
As crianças devem entender que seus atos têm consequências. Para não se arrepender no meio de um castigo, os pais devem calcular adequadamente o tempo de punição. “Para uma criança de dois anos, um castigo de dez minutos já é o bastante”, recomenda Quézia Bombonatto. Na orientação da Supernanny Cris Poli, um minuto por ano de idade é uma boa medida. Mas tudo depende da gravidade da birra e de como aquela família funciona.

6. Não meça forças com a criança e seja flexível de vez em quando
Os pais devem ser firmes e mostrar quem coloca as regras no dia a dia. Mas isso não significa incorrer no autoritarismo. “O ‘não pode’ deve ser usado para o que realmente é importante”, diz Quézia Bombonatto. 

Se a criança começa a desarrumar a sala logo após uma arrumação, os pais não precisam proibi-la, mas podem deixar claro que ela terá que arrumar tudo depois. Algumas coisas podem e devem ser negociadas com a criança. Afinal, será que 10 minutinhos a mais no parquinho é um grande transtorno? “Essa flexibilidade também pode ser benéfica”, concorda João David.

7. Explique o que ela está sentindo e veja o que está acontecendo
Dar nome ao que a criança está passando pode ajudá-la a se controlar. “Ela ainda está em processo de aprendizado e precisa aprender a identificar o que está sentindo”, explica João David. Assegurá-la de que ela está sendo, de alguma forma, compreendida, é importante.

Por isso, o adulto deve sentar com ela e explicar que sabe como ela se sente, mas agora não é possível ter o que ela quer, pela razão que for. Descobrir as razões infantis também é necessário. Às vezes, a criança pode muda de comportamento por uma razão não aparente, como o nascimento de um irmão mais novo ou a volta da mãe ao trabalho. “Ao ser questionada, a criança vai explicar com menos ou mais recursos, dependendo da idade, e tudo vai ficando mais fácil”, diz Dora Lorch.
8. Distraia a criança
Segundo Quézia Bombonatto, em certas situações chamar a atenção da criança para outra coisa pode ser a melhor saída para a birra. Especialmente quando o comportamento desanda em locais públicos. Fazê-la rir ou distraí-la com outro atrativo costuma ser efetivo e a criança pode esquecer a razão do escândalo que estava fazendo minutos atrás.

9. Compare a atitude dela com a das pessoas ao redor
Ana Gabriela Andriani também sugere comparar a criança com as outras pessoas no local e mostrar que ninguém mais está chorando, só ela. “A criança só consegue enxergar a si mesma. Ajudá-la a se comparar aos outros é uma maneira de fazê-la se sintonizar com o mundo”, diz.

Getty Images
Filhos podem imitar as atitudes dos pais: evite a "birra de adulto"
10. Não insista em conversar na hora da raiva
Assim como muitos adultos, a criança não irá ouvir o que os pais estão dizendo no calor de um ataque de birra. “Nesta hora ela está focada na frustração, não está ouvindo”, diz Ceres de Araújo. Por isso, o melhor pode ser ignorar a atitude dela e conversar mais tarde, quando ela estiver mais calma, sobre o ocorrido. Neste período, os pais podem aproveitar para pensar na atitude que irão tomar.

11. Valorize e qualifique a criança sempre que possível
Reforçar positivamente o bom comportamento infantil depois de um ataque de birra ajuda a prevenir novos episódios. Se um dia a criança fez uma birra homérica no parque, ao voltar ao mesmo lugar o pai pode lembrar que confia nela para a história vivida no passado não voltar a acontecer. “Esta é uma maneira de qualificar o filho, mostrar que você acredita que ele pode ser diferente”, diz João David.

12. Tome medidas preventivas
Sentir fome e sono sem poder suprir as necessidades são sensações capazes de deixar qualquer um irritado. Para as crianças, estas sensações podem facilmente se transformar em birra. Por isso, manter uma rotina de sono e alimentação ajuda a evitar a irritação. “Os pais devem identificar o que pode ser evitado. Se sabem que a criança costuma dormir às nove horas da noite, não é ideal sair para jantar neste horário”, exemplifica João David.

Fonte:http://delas.ig.com.br/filhos/educacao/12-dicas-praticas-para-lidar-com-a-birra/n1597588887145.html

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Alunos do 1º e 2º ano visitam os Correios

Por que explicar em sala de aula o que é e como funciona o sistema de entrega de cartas e mercadorias quando se pode ir até uma das agências e proporcionar a experiência prática aos alunos? Pois foi isso que fizemos. Nossos miletinhos e miletinhas foram muito bem recebidos por funcionários dos Correios, que trataram de mostrar todo o funcionamento da empresa. Além disso, cada aluno teve a oportunidade de enviar uma cartinha que escreveu especialmente para um ente querido. 








sexta-feira, 12 de setembro de 2014

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

1º e 2º ano: visita à Biblioteca Pública de Frutal

Nós, do Colégio Tales de Mileto, entendemos que o aprendizado não vem apenas dos livros e não acontece somente em sala de aula. Muitas vezes, o conhecimento se dá com a prática, com o "ver com os próprios olhos". No caso da Biblioteca Pública, queremos que nossos miletinhos e miletinhas se conscientizem que leitura acontece - e deve acontecer - em todos os lugares, dando-lhes a certeza de que existe um mundo gigantesco do saber à sua disposição!








quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Dica de livros infantis: setembro 2014

De 0 a 3 anos
Nessa faixa etária, é interessante incluir entre os brinquedos livros de papelão, plástico ou pano, que sejam ricos em gravuras para que as crianças possam explorar o produto pelo tato.
Crédito: Divulgação 
- Mundo do Bebê um Livro de Pano: Animais
Autor Hinkler Books
Editora Todo Livro
- Descubra e Aprenda: de quem são estas patas?
Ed. Ciranda Cultural
- Livro Sonoro: Aperte o focinho - Leãozinho
Ed. Ciranda Cultural
De 3 a 6 anos
A dica para essa idade são livros com imagens e enredos curtos, que devem conter humor e mistério. A repetição de elementos no livro é indicada nessa faixa etária para a manutenção da atenção e para que a criança estabeleça uma conexão entre o mundo real e o mundo da palavra.
Crédito: Divulgação 
- Ou Isto ou Aquilo
Autora Cecília Meireles
Editora Nova Fronteira
- Contos de Grimm
Autor: Wilhelm e Jacob Grimm
Editora Cia. das Letrinhas
- A Casa Sonolenta
Autor: Wood
Editora Ática
De 6 a 8 anos
Nessa fase, a criança inicia a aprendizagem formal da escrita, entretanto a imagem ainda é muito importante para estimular a leitura, porque ajuda as crianças a entenderem o texto.
Crédito: Divulgação
- Exercícios de Ser Criança
Autor Manoel de Barros
Editora Salamandra
- A Bolsa Amarela
Autor Lygia Bojunga
Editora Casa Lygia Bojunga
- Fábulas de Esopo
Tradução de Heloisa Jahn
Editora Cia. das Letrinhas

fonte: http://bebe.bolsademulher.com/1-a-3-anos/materia/dicas-de-livros-infantis-para-cada-idade

terça-feira, 9 de setembro de 2014

7 de setembro: a celebração da Independência do Brasil no CTM

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Próximo ao riacho do Ipiranga, D. Pedro levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Não poderiamos deixar passar em branco uma data tão importante. Por este motivo, nossos miletinhos e miletinhas se caracterizaram com as cores do Brasil e prestigiaram a nossa nação com lindas canções, muito aplaudidas por todos os familiares que estiveram presentes. Confira: